Designamos por «VALORIZAÇÃO» todo o tipo de TRATAMENTO DE RESÍDUOS que lhes permite encontrar uma UTILIZAÇÃO atribuindo-lhe um VALOR económico.
Pichat, P. (1998). A gestão dos resíduos. Lisboa: Instituto Piaget. (p.13)
É intuito deste estudo TRANSFORMAR um RESÍDUO de produção num subproduto com possibilidades de produção e VALOR ACRESCENTADO através do DESIGN.
http://transmaterial.net/index.php/2010/11/12/recycled-crystal-glass/
O CASCO (produção não aproveitada) serve para ser incorporado na PRODUÇÃO DE VIDRO NOVO com a função de BAIXAR a temperatura de fusão.
Em Portugal PRODUZ-SE mais de 12 TONELADAS/DIA de cristal e 30% a 40% são transformadas em casco . 40% deste é reintroduzido em produção. Assim sendo há aproximadamente 700 TONELADAS/ANO de CASCO de CRISTAL que não são reintroduzidas em processos de reciclagem de PRÉ-CONSUMO.
O que fazer a este desperdicio?
Desenvolvimento de produtos de design de revestimento
Revestimento de fachadas
Revestimento de pavimentos
Surge assim o Cristalejo um revestimento vertical feito com crsital reciclado de pré-consumo
A MURÇA é uma constante neste processo em que não há intervenção durante o processo de fundição, não há junção de químicos ao vidro para que exista LIBERTAÇÃO das BOLHAS.
A quantidade de murça está directamente relacionada com a GRANULOMETRIA do casco colocado para fundir no molde.
O aumento da temperatura de fusão não influência o desaparecimento da bolhas de ar.
aspectos de cristal
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
cortiça e sustentabilidade II
A cortiça é o material natural de estanquicidade líquida e térmica mais eficaz produzido na natureza, tirando partido destas duas qualidades surge o frapé “bago d’uva”
O frapé foi projectado de forma a que não ocupasse espaço na mesa de jantar e não fosse um empecilho para os empregados que andam a servir em espaços de hotelaria.
O frapé foi projectado de forma a que não ocupasse espaço na mesa de jantar e não fosse um empecilho para os empregados que andam a servir em espaços de hotelaria.
cortiça e sustentabilidade
Inserido no projecto “design cork for future, inovation and sustainability” desafio lançado pelo atelier “susdesign” de Ana Mestre, foram desenvolvidas várias peças, das quais apenas o frapé foi aprovado para produção, desenvolvido em parceria com Ana Mestre e Catarina Galvão, no entanto foi gratificante todo o processo de pensar num material tão Português de forma sustentável e com os princípios do ecodesign, eis o resultado do trabalho de vários meses…
O derivado de cortiça no seu processo de fabrico quando se lamina a partir de blocos paralelepipédicos, existe um “desperdiço” , que não são possíveis de aproveitar no contexto fabril aquando se lamina cortiça, ficam chapas de aproximadamente 5mm.
A forma que a cortiça é mais resistente é tendo formas arredondadas para que não existam arestas que possam ser facilmente danificadas.
Partindo destes dois pressupostos, foram desenvolvidos linhas de iluminação domésticas.
A linha quad# parte de um quadrado que se vai torcendo no espaço, de forma a evocar a própria flexibilidade do material.
O candeeiro tatuado é produzido a partir do tubo desperdiçado pela tecnologia de desenrolamento e é submetido a um processo de fresagem para produzir os desenhos, evocativos de uma certa cultura portuguesa ligada ao mar, à guerra e à religião, essencialmente à devoção a um qualquer deus…
O derivado de cortiça no seu processo de fabrico quando se lamina a partir de blocos paralelepipédicos, existe um “desperdiço” , que não são possíveis de aproveitar no contexto fabril aquando se lamina cortiça, ficam chapas de aproximadamente 5mm.
A forma que a cortiça é mais resistente é tendo formas arredondadas para que não existam arestas que possam ser facilmente danificadas.
Partindo destes dois pressupostos, foram desenvolvidos linhas de iluminação domésticas.
A linha quad# parte de um quadrado que se vai torcendo no espaço, de forma a evocar a própria flexibilidade do material.
Candeeiro quad# de pé
Componentes do candeeiro:
Copo de tecto - copo pré-fabricado onde só é acrescentado um furo
Chapas intermédias – bases de copos furadas
Alturas intermédias – chapa prefabricada cortada em cubos
Candeeiro quad# de pé
Candeeiro Tatuado
No fabrico de chapas e folhas de cortiça para revestimentos as industrias recorrem à tecnologia de desenrolamento que tem pró base um grande cilindro que vai sendo “descascado” com uma lâmina como se fosse um grande afia lápis, para poupar a lâmina esta não vai até ao fim e a sobra é um tubo de aglomerado de cortiça que serviu de base para a produção do candeeiro tatuado.
O candeeiro tatuado é produzido a partir do tubo desperdiçado pela tecnologia de desenrolamento e é submetido a um processo de fresagem para produzir os desenhos, evocativos de uma certa cultura portuguesa ligada ao mar, à guerra e à religião, essencialmente à devoção a um qualquer deus…
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Ecodesign e reciclagem de pré-consumo de cristal de vidro
"Para a maioria de nós, design é invisível.
Até falhar."
Bruce Mau
O cristal é produzido em Portugal desde 1944 pela Crisal, Cristais de Alcobaça, Lda., fundada por vários sócios entre eles José Emílio Raposo Magalhães, banqueiro (este cristal era de inferior qualidade pois só tinha 13% de chumbo).
Em 1972, a família Raposo Magalhães, face à concorrência dos países de Leste (Checoslováquia, Polónia e Hungria) cria uma marca de cristal a Atlantis, especializada em produzir vidro plúmbico de qualidade superior (30% de oxido de chumbo). (Mendes, 2002)
Inicialmente esta fábrica situava-se no centro urbano de Alcobaça, em 1985, por exigências ambientais da Comunidade Europeia, passou para a zona industrial de Casal da Areia. De uma capacidade de produção de 10 toneladas/dia de cristal, produz actualmente as 12 toneladas/dia.
Devido às exigências da empresa e do mercado, entre 30% a 40% da produção é transformada em casco (casco, é vidro com defeito que é partido).
Do casco produzido, somente 40% a 60% é reintroduzido na produção de novos produtos, dependendo da qualidade de vidro a produzir.
Da produção 4,8 toneladas/dia são transformadas em casco, destas entre 2,88 toneladas/dia a 1,92 toneladas/dia vão para o lixo, transformando-se em resíduos sólidos.
Se pelo patamar mais baixo, forem produzidos 1,92 toneladas/dia de lixo ao fim de um mês temos, 57,6 toneladas, ao final do ano 691,2 toneladas.
Este lixo é colocado em contentores e cedido a uma empresa de tratamento de casco de vidro, (Cascovidro) que se dedica à venda de casco de vidro e que tem sérias dificuldades em fazer o escoamento do casco de cristal, esta empresa (Cascovidro) vende para Espanha o casco de cristal mas somente quando a empresa espanhola quer. A empresa gestora dos resíduos não cedeu os contactos da empresa espanhola para que fosse conhecido destino final do casco não utilizado.
O cristal não pode ser misturado com o vidro comum, pois para além de não serem compatíveis no seu coeficiente de dilatação este pode ser considerado um contaminante. Ainda assim, se estes dois materiais fossem eventualmente compatíveis estar-se-ia a baixar a qualidade de refracção do vidro plúmbico (a compatibilidade entre vidros tem a ver com a sua composição inicial e o coeficiente de dilatação do material quando em processo de aquecimento/arrefecimento, a falta de compatibilidade dá origem ao vidro azedar, ou seja as suas tenções internas provocam o estalar do vidro ou mesmo a quebra deste, mesmo que tenham um coeficiente de dilatação semelhante um deles terá chumbo e o outro não, estar-se-á a baixar a qualidade de refracção da luz).
O chumbo, como foi referido anteriormente que é considerado um contaminante do vidro de embalagem (por ex.) e se este material for para aterro corre-se o risco do chumbo começar a dissolver-se e ser absorvido pelos lençóis freáticos. O chumbo está classificado pelo site da biothinking como material que produz um grande impacte ambiental, espaço reservado a materiais com o mesmo impacte ambiental que baterias eléctricas e metais pesados.
Este projecto de doutoramento em design visa valorizar um desperdício de matéria-prima nobre, que devido às suas características não pode ser misturado na reciclagem de vidro comum. O projecto visa desenvolver produtos derivados dos resíduos de cristal, na área dos revestimentos arquitectónicos, e na área do design, por técnicas aplicadas ao vidro comum nomeadamente as tecnologias de fusing, termomoldagem, tacfusing, sandcasting, kiln casting, pâte de verre, entre outras, não sendo prevista a utilização da técnica de vidro soprado para não fazer concorrência a produtos existentes no mercado, produzidos pelas empresas que geram o material base deste estudo.
Principios de ecodesign II
10 Linhas directrizes para o ecodesign
1. Do not design products, but life cycles
1. Não projectar produtos, mas os ciclos de vida
Sugere-se que ao se projectar se pense em todas as fazes do produto deste a extracção da matéria-prima, à transformação, o transporte, a produção, a energia gasta, a toxicidade dos produtos usados, o uso do produto e no final, o seu descarte. Pensar em ciclos de vida sadios do produto, do berço à sepultura, ou melhor, será mesmo pensar do berço ao berço. Produção – Uso – Eliminação X Produção – Uso – Descarte – Produção.
2. Natural materials are not always better
2. Os materiais naturais não são sempre melhores
As matérias-primas naturais são sempre melhores? Por vezes nem sempre. Há que pensar se para produzir determinado objecto, é melhor recorrer a produtos naturais ou artificiais, qual é o impacte destes no meio ambiente, que quantidade de energia é necessária para o produzir, quão efémero será o projecto, se será reciclável no final do seu ciclo de vida. “ (…) os materiais ambientalmente sadios não existem (...) ” .
3. Energy consumption: often underestimated
3. Consumo de energia: é subestimado frequentemente
Quando se projecta há que ter em conta o gasto energético da produção, o consumo energético é preponderante no processo de fabrico, e por vezes determinante no processo global.
“ (...) para se produzir 10 kWh de electricidade são necessários 2 quilogramas de petróleo. Para produzir 1 quilograma do plástico são necessários 1.5 a 2.5 quilogramas de petróleo. Uma máquina do café consome electricidade durante sua vida, aproximadamente 300 kWh equivalentes a 60 quilogramas de petróleo. Para a produção da máquina menos de 1 quilograma do plástico é usado (…) ”
4. Increase product life time
4. Aumentar o tempo de vida do produto
Um produto deve ser incrementado no seu ciclo de vida útil. Aproximando o produto do seu utilizador, este deve permitir a execução de ‘upgrades’, uma assistência técnica aumentada, ou a troca de produtos entre utilizadores são várias hipóteses para que isso aconteça.
5. Do not design products, but services
5. Não projectar produtos, mas serviços
As soluções para os problemas não passam sempre por produtos, um serviço que melhore as condições utilizadas até ai pode ser a solução.
A “Buga”, (bicicleta comunitária de Aveiro) é um produto que presta um serviço comunitário à população local.
A prática de carros comunitários está-se a desenvolver em comunidades holandesas, em meios em que existem sobretudo utilizadores ocasionais, Greenwheels
6. Use a minimum of material
6. Usar um mínimo de material
Quando se usa o mínimo de material possível, só se tem a lucrar, é menos matéria-prima gasta, e no transporte é particularmente importante porque menos peso é menos combustível gasto.
7. Use recycled materials
7. Utilizar materiais reciclados
Deve-se sempre que possível utilizar materiais reciclados na execução de novos produtos, pois se só projectarmos produtos com materiais recicláveis, nunca haverá demanda para os materiais reciclados.
8. Make your product recyclable
8. Faça o seu produto reciclável
Utilizar matérias-primas que sejam recicláveis é um bom princípio mas para ser reciclado o produto deve ser facilmente desmontado, para que os componentes sejam direccionados para os diferentes locais.
Algumas regras simples:
Evitar colagens, soldaduras de materiais diferentes, processos de prisão mecânica de difícil separação, como rebites.
Em termoplásticos: Não utilizar; vernizes, soldaduras com outros plásticos, etiquetas de papel.
Elementos de ligação fáceis de encontrar, ou assinalados.
Minimizar o número de componentes
Ferramentas necessárias devem reduzir-se às de uso geral (de preferência sem recurso a ferramentas)
Evitar lixo, emissões poluentes ou toxidade
9. Ask stupid questions!
9. Levantar questões estúpidas!
As decisões são baseadas muito frequentemente na prática comum: “Nós fizemo-la sempre desta maneira e trabalhou sempre bem”.
Pode fazer-se melhorias a nível ambiental se soubermos o porquê das práticas profissionais, mas nem sempre a tradição é a maneira mais correcta.
10. Become an O2 member!
10. Torna-te num membro da O2!
As linhas mestras acima descritas podem ajudar a reduzir o impacte ambiental de um produto de 30% a 50%.
Existe uma rede internacional para o projecto sustentável: http://www.o2.org/
In’ www.pre.nl http://www.pre.nl/
http://www.greenwheels.nl
1. Do not design products, but life cycles
1. Não projectar produtos, mas os ciclos de vida
Sugere-se que ao se projectar se pense em todas as fazes do produto deste a extracção da matéria-prima, à transformação, o transporte, a produção, a energia gasta, a toxicidade dos produtos usados, o uso do produto e no final, o seu descarte. Pensar em ciclos de vida sadios do produto, do berço à sepultura, ou melhor, será mesmo pensar do berço ao berço. Produção – Uso – Eliminação X Produção – Uso – Descarte – Produção.
2. Natural materials are not always better
2. Os materiais naturais não são sempre melhores
As matérias-primas naturais são sempre melhores? Por vezes nem sempre. Há que pensar se para produzir determinado objecto, é melhor recorrer a produtos naturais ou artificiais, qual é o impacte destes no meio ambiente, que quantidade de energia é necessária para o produzir, quão efémero será o projecto, se será reciclável no final do seu ciclo de vida. “ (…) os materiais ambientalmente sadios não existem (...) ” .
3. Energy consumption: often underestimated
3. Consumo de energia: é subestimado frequentemente
Quando se projecta há que ter em conta o gasto energético da produção, o consumo energético é preponderante no processo de fabrico, e por vezes determinante no processo global.
“ (...) para se produzir 10 kWh de electricidade são necessários 2 quilogramas de petróleo. Para produzir 1 quilograma do plástico são necessários 1.5 a 2.5 quilogramas de petróleo. Uma máquina do café consome electricidade durante sua vida, aproximadamente 300 kWh equivalentes a 60 quilogramas de petróleo. Para a produção da máquina menos de 1 quilograma do plástico é usado (…) ”
4. Increase product life time
4. Aumentar o tempo de vida do produto
Um produto deve ser incrementado no seu ciclo de vida útil. Aproximando o produto do seu utilizador, este deve permitir a execução de ‘upgrades’, uma assistência técnica aumentada, ou a troca de produtos entre utilizadores são várias hipóteses para que isso aconteça.
5. Do not design products, but services
5. Não projectar produtos, mas serviços
As soluções para os problemas não passam sempre por produtos, um serviço que melhore as condições utilizadas até ai pode ser a solução.
A “Buga”, (bicicleta comunitária de Aveiro) é um produto que presta um serviço comunitário à população local.
A prática de carros comunitários está-se a desenvolver em comunidades holandesas, em meios em que existem sobretudo utilizadores ocasionais, Greenwheels
6. Use a minimum of material
6. Usar um mínimo de material
Quando se usa o mínimo de material possível, só se tem a lucrar, é menos matéria-prima gasta, e no transporte é particularmente importante porque menos peso é menos combustível gasto.
7. Use recycled materials
7. Utilizar materiais reciclados
Deve-se sempre que possível utilizar materiais reciclados na execução de novos produtos, pois se só projectarmos produtos com materiais recicláveis, nunca haverá demanda para os materiais reciclados.
8. Make your product recyclable
8. Faça o seu produto reciclável
Utilizar matérias-primas que sejam recicláveis é um bom princípio mas para ser reciclado o produto deve ser facilmente desmontado, para que os componentes sejam direccionados para os diferentes locais.
Algumas regras simples:
Evitar colagens, soldaduras de materiais diferentes, processos de prisão mecânica de difícil separação, como rebites.
Em termoplásticos: Não utilizar; vernizes, soldaduras com outros plásticos, etiquetas de papel.
Elementos de ligação fáceis de encontrar, ou assinalados.
Minimizar o número de componentes
Ferramentas necessárias devem reduzir-se às de uso geral (de preferência sem recurso a ferramentas)
Evitar lixo, emissões poluentes ou toxidade
9. Ask stupid questions!
9. Levantar questões estúpidas!
As decisões são baseadas muito frequentemente na prática comum: “Nós fizemo-la sempre desta maneira e trabalhou sempre bem”.
Pode fazer-se melhorias a nível ambiental se soubermos o porquê das práticas profissionais, mas nem sempre a tradição é a maneira mais correcta.
10. Become an O2 member!
10. Torna-te num membro da O2!
As linhas mestras acima descritas podem ajudar a reduzir o impacte ambiental de um produto de 30% a 50%.
Existe uma rede internacional para o projecto sustentável: http://www.o2.org/
In’ www.pre.nl http://www.pre.nl/
http://www.greenwheels.nl
Principios de ecodesign I
Os princípios de Hannover
Por William Mcdonough
1 – Insistir nos direitos humanitários e da natureza para co-existir numa condição saudável, suportável diversa e sustentável.
2 – Interdependência assumida.
Os elementos dos projectos humanos dependem e interagem com o mundo natural, com extensas e diversas implicações a vária escala. Alargar as considerações dos projectos para reconhecer até os efeitos mais distantes.
3 – Respeitar o relacionamento entre espírito e matéria.
Considerar todos os aspectos da fixação humanas inclusive da comunidade, residência, indústria e marcas, de forma a criar e desenvolver ligações entre a consciência espiritual e material.
4 – Aceitar a responsabilidade da consequência das decisões do design desde o bem-estar humano, à visibilidade de sistemas naturais e à sua boa co-existência.
5 – Criar objectos seguros com um ciclo de vida longo.
Não criar fardos para as futuras gerações com requisitos de manutenção ou vigilância permanente face aos potenciais perigos de um mau design e desenvolvimento do produto.
6 – Eliminar o conceito de desperdício.
Avaliar e optimizar todo o processo de ciclo de vida e criação de forma à aproximação dos sistemas naturais, onde não existe o conceito de desperdício.
7 – Aproveitar o fluxo de energia natural.
Os projectos humanos devem, tal como na Natureza focalizar a sua criatividade no rendimento da energia solar. Incorporar esta energia eficientemente e com segurança para um uso responsável.
8 – Perceber as limitações do design.
Nenhuma criação humana dura para sempre, e o design não resolve todos os problemas. Aqueles que criam e planeiam devem de ser humildes. Tratar a natureza como modelo e mentor, não como um obstáculo que deve ser contornado e controlado.
9 – Ambicionar constantemente a melhoria por partilhar o conhecimento.
Encorajar a comunicação directa e aberta entre colegas, patrões, trabalhadores e utilizadores, para desenvolver ligações a longo prazo, sustentável e com responsabilidade ética para o restabelecimento da relação integral entre o processo natural e a actividade humana.
Os Princípios de Hannover devem ser vistos como um documento vivo, tutores para a transformação e crescimento da nossa interdependência da natureza, por isso devem ser adaptados aos nossos conhecimentos e à realidade que nos rodeia.
Por William Mcdonough
1 – Insistir nos direitos humanitários e da natureza para co-existir numa condição saudável, suportável diversa e sustentável.
2 – Interdependência assumida.
Os elementos dos projectos humanos dependem e interagem com o mundo natural, com extensas e diversas implicações a vária escala. Alargar as considerações dos projectos para reconhecer até os efeitos mais distantes.
3 – Respeitar o relacionamento entre espírito e matéria.
Considerar todos os aspectos da fixação humanas inclusive da comunidade, residência, indústria e marcas, de forma a criar e desenvolver ligações entre a consciência espiritual e material.
4 – Aceitar a responsabilidade da consequência das decisões do design desde o bem-estar humano, à visibilidade de sistemas naturais e à sua boa co-existência.
5 – Criar objectos seguros com um ciclo de vida longo.
Não criar fardos para as futuras gerações com requisitos de manutenção ou vigilância permanente face aos potenciais perigos de um mau design e desenvolvimento do produto.
6 – Eliminar o conceito de desperdício.
Avaliar e optimizar todo o processo de ciclo de vida e criação de forma à aproximação dos sistemas naturais, onde não existe o conceito de desperdício.
7 – Aproveitar o fluxo de energia natural.
Os projectos humanos devem, tal como na Natureza focalizar a sua criatividade no rendimento da energia solar. Incorporar esta energia eficientemente e com segurança para um uso responsável.
8 – Perceber as limitações do design.
Nenhuma criação humana dura para sempre, e o design não resolve todos os problemas. Aqueles que criam e planeiam devem de ser humildes. Tratar a natureza como modelo e mentor, não como um obstáculo que deve ser contornado e controlado.
9 – Ambicionar constantemente a melhoria por partilhar o conhecimento.
Encorajar a comunicação directa e aberta entre colegas, patrões, trabalhadores e utilizadores, para desenvolver ligações a longo prazo, sustentável e com responsabilidade ética para o restabelecimento da relação integral entre o processo natural e a actividade humana.
Os Princípios de Hannover devem ser vistos como um documento vivo, tutores para a transformação e crescimento da nossa interdependência da natureza, por isso devem ser adaptados aos nossos conhecimentos e à realidade que nos rodeia.
sábado, 31 de outubro de 2009
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